Olá senhores (a)!
Primeiramente, gostaria de dizer que adorei a iniciativa, pois posso dividir com vocês minhas dúvidas e angústias.
Vou começar perguntando a opinião de vocês sobre o seguinte assunto:
Às vezes faço umas experiências com o meu corpo, do tipo concentrar-me em relaxar o meu peito até onde puder.
Quando me empenho em fazer isso, sinto uma dor (não física) muito grande, um desequilíbrio interno absurdo. É como se o peso sobre ele ficasse mais intenso. Tenho que estar sozinho, pois torna-se inviável a interação.
Passado este desconforto, no entanto, cresce em mim uma curiosidade: o que será que tem depois disso, ou seja, até onde meu corpo aguenta? E algum tempo depois repito a experiência, provocando em mim os mesmos efeitos.
Minha questão é: devo insistir para descobrir o que tem atrás da montanha ou não deveria vagar por este vale obscuro sem um guia experiente?
Como eu queria alguém para me apontar o caminho...
Coragem!
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olá otávio, bemvindo!
ResponderExcluirque bom que se manifestou.parabéns.
não há sabedoria sem esforços e não há esforços sem sabedoria. um magnetiza o outro.
o que vejos em todos os nossos amigos que estão na busca, é uma tendência à intelectualização dos ensinamentos. quando isso ocorre, geralmente é porque o centro motor está dormindo, ou quase.
desde que comecei a mudar a minha alimentação e a praticar yoga, percebo que a medida em que o tempo passa, mais forte e equilibrada a minha máquina vai ficando.
como podemos pensar em alcançar o equilíbrio filosófico, se não conseguimos sequer ficar na ponta dos pés sem tremer?
temos de lembrar que um centro deve acompanhar o outro no seu desenvolvimento. geralmente, um intelectual muito desenvolvido pode gerar um motor fraco. não podemos deixar assim pra sempre.
gurdjieff foi um mestre de dança. não digo para ser o mesmo, aliás, digo para fazer sempre diferente de todos, como ele mesmo fez.
use seu corpo como instrumento para experimentos conscientes sim, mas sugiro que encontre uma forma de liberar as toxinas dele. existem várias formas. passivas e/ou ativas.
por exemplo: alongue-se. alongando o corpo (motor), estamos alongando também outros corpos mais sutis. um corpo flexível, leva uma vida mais flexível. mas é claro, existem por aí outras formas de encontrar o que busca naquele momento.
eu encontrei o yoga como ciência para me ajudar com esta questão.as experiências que tenho vivido com a prática de ASHTANGA YOGA me mostram, que o corpo é um gráfico do que estamos trabalhando em outras escalas. se nosso corpo mais grosseiro vai bem, nossos outros corpos mais sutis vão bem também.
o diogo percebeu que sua alimentação não estava boa, resolveu mudar e já percebe resultados ótimos.
mário e rubens, sugerem que busquemos uma forma de distribuir a energia que geralmente concentramos na cabeça/intelecto, para o resto do corpo.
ora! estamos falando da mesma coisa.
eu, assumidamente recomendo que todos procurem uma forma de liberar as toxinas que ocupam espaço da força vital. seja pela alimentação e/ou atividades físicas direcionadas ao objetivo.
"duas massas não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo". então, expulso toxinas e libero espaço no meu corpo para a energia circular! abro os canais energéticos do meu corpo e o lixo sai. transpiração, suor.
ashtanga yoga se enquadra muito bem à minha constituição. mas cada um tem a sua. rubens quando veio aqui, praticou comigo.
RUBENS, PODERIA DESCREVER AQUI O QUE SENTIU AO PRATICAR YOGA? ISSO PODE AJUDAR.
são várias possibilidades: yoga, trilhas na floresta da tijuca, capoeira, surf, enfim, o importante é a disciplina, regularidade e contato com a natureza.
o magnetismo é matemático, e pode ter certeza: os resultados virão.
saudades, abração!
bom dia senhores!
ResponderExcluirhoje levantei da cama percebendo mais as cores, a textura do ar, o movimento do tempo.
ainda não podemos ter uma verdade absoluta como resposta. apenas fragmentos...
escrevo apenas para lembrar que estamos sujeitos aos enganos, embora estejamos buscando a certeza.
as palavras são limitadas, mas tenho vontade de ser compreendida e de compreendê-los.
em meu comentário anterior, esqueci de agradecer objetivamente ao otávio, que se manifestou de forma sincera relatando um de seus esforços íntimos.
também tenho meus momentos de esforços silenciosos, íntimos. também tenho dúvidas quanto à que direção seguir. realmente a presença de um mestre é importante. mestre é mestre.
neste momento sinto uma enorme gratidão em poder compartilhar também, minhas dúvidas e angústias.
sinto-me familiar a vocês, pela busca de algo real.
penso que só em podermos ser profundamente sinceros com alguém, já podemos comemorar.
aliás, a vida é realmente divina. neste momento, comemoro a vida!
o ar massageia nossos corpos o tempo todo. cortamos o ÉTER com o nosso ser.
somos o que podemos ver.
envio vento fresco da montanha, com as cores fortes do inverno que está chegando!
convido a todos para uma fogueira aqui no alto da montanha, dia 30 de maio - sábado. caso não possam, qual seria a melhor data?
forte abraço com sabor de verde da floresta e azul do céu!
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