Verdades aos amigos
Amo-os! Esses que são chamados meus amigos,
Que estão mais para irmãos
Que os vejo mais como eu.
No dia em que a música da vida
Tocou em seus corações, e vos fizeram vibrar
Encontrei-vos ao bosque inocentemente
E vibraram a mim também.
Em uma melodia sem som
Invisível como a brisa do momento
Mais tão forte como o calor do Sol que derrete as geleiras do inverno.
Em um compasso diferente, passou a vibrar meu coração
E desde então, em nossos encontros
Que são agora mais para oitavas musicais
Fui aprendendo a brincar com as sete notas
E avancei pela minha melodia interior
Descobri , que sempre fui, mesmo sem saber
Maestro de mim mesmo
E minha orquestra, sempre fôra , as pessoas e paisagens ao meu redor.
Oque mais poderia eu querer ser?
Se vi que sou como a natureza!
Sendo o frescor das manhãs quando meus lábios cantam coisas belas
Sendo a aridez de todo o deserto quando minha garganta arranha entre palavras más.
E sendo assim, conheço tudo que há entre o morrer e nascer deste Sol.
Sim, meus amigos!
Graças que cada um de nós seja oque somos
As cordas desta lira, durante esta manhã.
E todos nós, esta linda melodia
Mesmo que desafinemos
Pois a vida é o que nos toca.
Seja isto o que importa!
Por isso amo-os! Esses que são chamados meus amigos,
Que estão mais para irmãos
Que os vejo mais como eu.
Diogo Almeida
sim.
ResponderExcluirrelembrando este lindo poema do diogo, que fala sobre o que o mario acabou de escrever.
ResponderExcluirbeijo!