8 de junho de 2009

A boca fala oque o coração abunda! A isto chamo verdade ...

Verdades aos amigos







Amo-os! Esses que são chamados meus amigos,
Que estão mais para irmãos
Que os vejo mais como eu.

No dia em que a música da vida
Tocou em seus corações, e vos fizeram vibrar
Encontrei-vos ao bosque inocentemente
E vibraram a mim também.
Em uma melodia sem som
Invisível como a brisa do momento
Mais tão forte como o calor do Sol que derrete as geleiras do inverno.

Em um compasso diferente, passou a vibrar meu coração
E desde então, em nossos encontros
Que são agora mais para oitavas musicais
Fui aprendendo a brincar com as sete notas
E avancei pela minha melodia interior
Descobri , que sempre fui, mesmo sem saber
Maestro de mim mesmo
E minha orquestra, sempre fôra , as pessoas e paisagens ao meu redor.

Oque mais poderia eu querer ser?
Se vi que sou como a natureza!
Sendo o frescor das manhãs quando meus lábios cantam coisas belas
Sendo a aridez de todo o deserto quando minha garganta arranha entre palavras más.
E sendo assim, conheço tudo que há entre o morrer e nascer deste Sol.

Sim, meus amigos!
Graças que cada um de nós seja oque somos
As cordas desta lira, durante esta manhã.
E todos nós, esta linda melodia
Mesmo que desafinemos
Pois a vida é o que nos toca.

Seja isto o que importa!

Por isso amo-os! Esses que são chamados meus amigos,
Que estão mais para irmãos
Que os vejo mais como eu.


Diogo Almeida

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